quarta-feira, 11 de abril de 2012

Cada gotinha tímida daquela chuva mansa desejava me encharcar

me entreguei

deitada na grama gelada, era outono

ao lado da cesta do café que tomamos, mais cedo

Respirava fundo, e sentia de olhos fechados minha pele a se texturizar,

leves arrepios surgiram pelo frescor do cair da noite.

E sorria... um sorriso tranqüilo, de quem não tem pressa, nem pretensão

Só sente e deixa transmitir pela boca

a paz que vem da alma.


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