Reencontrei uma grande amiga, distante, mas nunca ausente.
Ao me aproximar, vi que lhe falvata algo, um certo brilho, um quê de vida.
Definitivamente não era a mesma de antes.
O que eu via era semelhante a uma imitação barata,
um plágio de mau gosto... e isso acabou comigo!
Havia tanta vida, tanto amor, tanta audácia, onde diabos foi parar?
Um largo sorriso me recebeu, não de felicidade, mas aflito, trêmulo...
E os olhos... meu Deus quanta coisa eu via através deles.
Olhos de quem viveu dez anos em apenas uma noite.
O abraço demorado, apertado, como o de uma criança que não quer se desgrudar do pai.
"-Saudade..."
A palavra saiu baixinha, afônica, mas de uma sinceridade que me doeu a alma.
Onde afinal eu estive, se não ao seu lado quando precisou?
Eu também era culpada!
Se não eu, a quem culpar?! A vida? As circunstâncias?
O que eu sei, é q eu não estava lá, para dar suporte...
Mas não é tarde! Nunca é!
Farei minha as tuas lágrimas, e meu coração como um escudo...
Juntas agora, a vida nos espera!
Minha grande amiga...
Minha Sara!
Como definir essa Aline, ... são tantos os adjetivos... Belo texto! (pra variar =p)
ResponderExcluir... Não, não são todos os réles mortais que conseguem perceber através de nossos olhos,... burlar nosso esforço para dizer que "está tudo bem"!,... e ainda assim conseguir em meio há tantos esforços,enxergar a minha alma!!!
ResponderExcluir....
Obrigada por tudo Lih, vc é mais que uma amiga, é uma irmã pra mim!
Te Amo! *Aí, que gay!!!* ^^
Sara Oliveira
Lindo! Perfeito! Muitas vezes me sinto culpada por não conseguir tirar a dor das minhas verdadeiras amigas, trocaria de lugar com elas se possível fosse, prefiro sofrer em vez de vê-las infelizes, por qualquer razão ou circunstância...
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